segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Paulo Niemeyer Filho Responde à Revista Poder.


Revista Poder – O que fazer para melhorar o cérebro?

Paulo Niemeyer - Você tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se está deprimido, com a autoestima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter motivação. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a autoestima no ponto.

PODER - Cabeça tem a ver com alma?

PN - Eu acho que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma... Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo.

PODER - O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?

PN - Todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral. Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma sequela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num checkup, antes dele sangrar, têm o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.

PODER - Você acha que a vida moderna atrapalha?

PN - Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.

PODER - Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?

PN - O exagero: na bebida, nas drogas, na comida.
O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra.
É muito difícil um cérebro muito bem num corpo muito maltratado, e vice-versa.

PODER - Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?

PN - Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.

PODER - Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?

PN - Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem de saúde, de aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha.

PODER - Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?

PN - O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.

Poder - Você acredita em Deus?

PN: Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando acabamos de operar, vai até a família e diz:

"Ele está salvo".
Aí, a família olha pra você e diz:
"Graças a Deus!".

Então, a gente acredita que não fomos apenas nós.



"As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos."

domingo, 26 de fevereiro de 2012

O hábito faz o monge?


O habito faz o monge?
Esta é uma lei que se revoga.
Tem ladrão que o terno esconde.
Tem muito bandido de toga.


                                                             João Drummond

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Que Certeza?




Se tamanho não é documento,
e esta certeza de aplaca,
fique só por um momento
debaixo de um pé de jaca.


                                                      João Drummond



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Tá Difícil.





Diz o dito popular:
“Quem procura sempre alcança”.
Mas primeiro meu amigo
Dê um jeito nesta pança.


                              João Drummond

Esta é do baralho.




"Pedi a Deus em oração
Muita sorte no baralho.
Uma voz na escuridão
Me mandou caçar trabalho."


João Drummond


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

O Retrato da Leitura no Brasil


O Instituto Pró-Livro vai organizar, no dia 28 de março, em Brasília, o II Seminário Retrato da Leitura no Brasil. O objetivo é divulgar os resultados da pesquisa desenvolvida pelo Instituto, que pretende avaliar o comportamento do leitor brasileiro. A partir de seus resultados o IPL pretende orientar as suas ações, buscando intervir positivamente no fomento à leitura e acesso ao livro.
Com a realização do Seminário "Retratos da Leitura no Brasil", o Instituto divulgou os resultados da Pesquisa – junto a especialistas, de diferentes segmentos, interessados em melhorar os indicadores de leitura e acesso ao livro no Brasil - com o objetivo de contribuir com o estudo; a reflexão e a definição de políticas e ações voltadas à efetiva superação dos lamentáveis índices de avaliação da competência leitora do brasileiro e dos baixos índices de leitura.

Extraído de Bookess


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Livro digital ou de papel?


Por Camila Camargo

Depois de quase 600 anos, uma invenção que revolucionou o mundo tem finalmente um concorrente forte. Os livros digitais já existem há algum tempo, mas a enxurrada de novos e-readers confirma uma tendência: eles querem fazer parte da sua vida, tal como os livros de papel fazem desde o século XV.

Apesar de estarem na moda, muitas pessoas ainda torcem o nariz para os e-books e se valem de todos os argumentos a favor dos livros de papel. É claro que ambos os formatos possuem suas vantagens e desvantagens e é exatamente isso que vamos abordar neste artigo.
A chegada do Kindle
É possível afirmar que a chegada do leitor de livros digitais Kindle, da Amazon, foi um marco na briga entre os e-books e os livros de papel. Com ele ficou mais fácil transportar e organizar livros, mas sua maior contribuição foi com a melhora no conforto ao ler em uma tela. Com a e-ink, quem já experimentou o aparelho afirma: parece mesmo uma folha de papel.





Para o combate, foram escolhidas seis características: conforto na leitura, mobilidade, meio ambiente, preço, experiência e futuro, e também dez pessoas responderam à pergunta: “o que você prefere: livro digital ou de papel? Por quê?”. As respostas vocês confere a seguir.

Conforto na leitura

Até a chegada dos e-books, a única forma de ler um livro eletrônico era no computador. Entretanto, com o preço ainda elevado dos e-readers, vai demorar um bom tempo até eles serem tão comuns quanto os de papel. Por isso, o monitor tende a ser a única forma de lê-los.

No entanto, é fato que as telas dos e-readers são muito mais confortáveis para ler do que em um monitor, mas mesmo assim, elas ainda perdem para o papel. É justamente o que a revisora do Baixaki, Juliana Hellvig, acha quando afirma: “prefiro um livro de papel. A mim, incomoda ler na posição do monitor, com o brilho da tela e não poder sentir o cheirinho de papel”. Portanto, em questão de conforto, os livros de papel ganham a briga.

Mobilidade

No quesito mobilidade ambos possuem suas vantagens. Para começar, os livros de papel não usam energia, podem ser lidos por horas sem que a bateria acabe e podem ser emprestados sem nenhum problema. O programador do Baixaki, Douglas André, concorda com isso, pois para ele “o livro de papel pode ser acessado a qualquer momento, em qualquer lugar, sem se preocupar com bateria”.

No entanto, apesar dos fatores relacionados à energia, os e-readers podem armazenar centenas de obras em um único lugar, além de terem baterias que duram muito. Por isso, no quesito mobilidade versus quantidade, os leitores digitais ganham.

É o que pensa André Cavanha, do Baijaki. “Eu poderia arquivar vários livros em pouco espaço (diferente de uma biblioteca), posso adquirir um e-book sem sair de casa, pesquisar instantaneamente o significado de palavras e compartilhar com as pessoas os livros de que gosto”. Então, no quesito mobilidade, ponto para o e-reader.




Meio ambiente

Outro ponto de embate entre os livros digitais e os de papel está na questão ambiental. Ainda não há estudos acerca do qual polui mais, mas os livros digitais ocupam apenas armazenamento online, não demandam o corte de árvores, transporte e etc. Contudo, você já pensou quantos recursos são necessários para a produção e manutenção de um leitor digital ou um computador? Neste aspecto, há um empate técnico, pois ambos poluem à sua maneira.

Preço

Apesar de o preço dos e-readers ainda ser proibitivo para muitos, o fato é que os livros digitais são baratos em relação aos de papel. Por não haver custos referentes à impressão, transporte, armazenamento ou acabamento, os e-books são mais baratos (isso quando não são distribuídos de graça).

Já os livros de papel sofrem com os custos de produção, tendo em vista que exigem mais pessoas trabalhando na criação, venda, distribuição e etc. O redator do Baixaki, Allan Valin, concorda que “deixando de lado o valor absurdo dos e-readers, os livros digitais serão, a longo prazo, bem mais em conta que os de papel”.  Por isso, se for considerado apenas o fator e-book, sem contar com os aparelhos usados para a leitura, o livro digital sai na frente no quesito preço.






Experiencia

Quando se trata de experiência de leitura as respostas foram unânimes: nada substitui um livro de papel. Para Rony Santos, estudante, “ler um livro acaba sendo uma experiência sinestésica”. Já a coordenadora de conteúdo do Baixaki, Andressa Xavier, é a favor dos livros de papel “porque adoro cheiro de livro novo, além de poder grifar, dobrar páginas e realizar anotações à vontade”.

A redatora Luísa Barwinski acredita que “depende da situação, prefiro um livro de papel quando vou ler em casa e quero ‘aproveitar". Já o livro digital é mais prático para pesquisa, aulas e assim por diante”.



Fernando D’Aquino, redator do Baixaki, também concorda que os livros de papel são melhores “entretanto, admito que a leitura digital possibilite uma infinidade de recursos impossíveis no papel, como hipermídias”. Sendo assim, ponto para o livro de papel, pois permite que o leitor tenha uma experiência mais rica de leitura.

Futuro

Com a popularização dos aparelhos eletrônicos, é visível o desinteresse das crianças pelos livros. Tendo em vista que elas serão os futuros leitores, a tendência é que e-books sejam os preferidos. Atualmente, a maioria é a favor do livro de papel porque cresceu com eles e apenas há alguns anos o contato cotidiano com os computares se tornou comum.

Portanto, todas as pessoas que responderam à pergunta concordam que os e-books serão amplamente difundidos no futuro e têm condições de desbancar os livros de papel que reinam absolutos desde a era Gutenberg.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O Dia da Esperança


16 de Fevereiro de 2012

  
Será que existe o Dia da Esperança? Se não existe eu sugiro o dia 16 de fevereiro.  E o que tem este dia de tão especial para receber tão importante desígnio?
Um dia aparentemente comum, mas que se tornou especial para este cronista, por alguns fatos positivos marcantes e por outros na verdade, muito particulares.
O fato mais positivo é sem duvida, a aprovação da lei da ficha limpa, que passou a vigorar para as eleições deste ano. É claro que nem todos vão votar comigo nomeando o Dia da Esperança por este motivo.
Contra os sete ministros do supremo que nos surpreenderam, dando ao país a esperança de uma limpeza ética na política, e um arejamento no contaminado campo da vida publica, ainda restaram quatro ministro, menos sintonizados com esta realidade paradoxal em que vivemos.
Acreditam que a justiça é ainda aquela senhora idosa, mais apegada às regras e às tradições das leis, do que ao serviço cotidiano que pode exercer tanto nas demandas jurídico/legais, quanto no exemplo que deveria promover, na formação de uma consciência cada vez mais cidadã.
É claro que estes ministros e os que pensam como eles, alem dos “ficha-suja” nunca votariam neste dia como o Dia da Esperança, por razões óbvias.
A condenação de Lindemberg Alves pelo assassinato da menina Eloá, e por outros onze crimes, poderia ser mais um motivo a favor.
Esta é uma condenação emblemática. Muitos vão alegar que esta pena não resolve a questão da violência contra a mulher, e é verdade, mas ela nos trás a esperança de que o Brasil esteja deixando de ser o país da impunidade e das leis brandas, para finalmente ter a maturidade de dar respostas exemplares contra crimes desta e de outras naturezas. Com este julgamento fica também definitivamente sepultada a tese, tão aceita em tribunal conservadores, de que se mata em defesa da honra e por amor.
Este fato, como peso na votação do Dia da Esperança, teria contra si o próprio Lindemberg, (que provavelmente não pode votar em plebiscitos), sua advogada de defesa e aqueles que compartilham dos mesmos pontos de vista.
Alguns fatos são de motivação muito pessoal, e não compensaria mencioná-los nesta crônica porque não teriam nenhum peso na votação proposta.
Dizer que meu time venceu, que meu filho passou num concurso importante, que degustei no almoço a minha comida preferida desde a infância, que consegui me curar de uma antiga gripe alérgica, é querer usar de banalidades do cotidiano para favorecer e mesmo fraudar uma votação tão importante.
Mas pensando bem a vida é constituída, em grande parte, por rotinas e banalidades. Poderia dizer que numa estrada longa de rotinas, sofremos eventualmente pequenos ou grandes acidentes que afetam para o bem ou para o mal os nossos planos de viagem.
A vida não é na verdade uma viagem tão monótona, e não temos, como pensamos às vezes, tanto controle sobre ela.
Grande parte é composta pelas sensações e emoções estimuladas pelo cardápio variado, servido gratuitamente nas vitrines midiáticas.
Estamos tão viciados nestas doses maciças de drogas psíquicas que as plataformas de comunicação nos oferecem, que a morte, a violência, as grandes e pequenas tragédias se tornaram banais.
São os games a nos convencer rotineira e monotonamente que as imagens dramáticas que vemos todos os dias, são apenas imagens de um filme de ficção.
Ficamos tão insensíveis e abestalhados neste processo de massificação, que nos tornamos incapazes de ouvir ou ler uma poesia, ou de perceber que no meio das pedras do deserto da humanidade, germinou e nasceu heroicamente uma flor de esperança.


                                                                                             João Drummond



  


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Sete Lagoas sedia evento de referencia cultural


Sete Lagoas sedia um dos mais importantes encontros para definir a política cultural do país, promovido pelo Ministério da Cultura. A iniciativa acontece no próximo dia 27, na Casa da Cultura Francisco Timóteo Pereira, a partir das 9h30.

O encontro pretende reforçar a adesão dos municípios ao Sistema Nacional de Cultura (SNC), um dos projetos mais importantes do Ministério da Cultura. As ações integram, apóiam e incentivam a cultura de 782 municípios e 17 estados.

Além disso, o evento vai informar aos gestores culturais e artistas locais as alterações na legislação de fomento e incentivo à cultura, além de esclarecer dúvidas sobre as adequações e sobre o Fundo Nacional de Cultura, o FNC.

Vale informar, que o Fundo Nacional da Cultura (FNC) é um fundo público constituído de recursos destinados exclusivamente à execução de programas, projetos ou ações culturais.

O fundo pode ser concedido por meio de programas realizados por edital ou por meio de ações de apoio a propostas que, por sua singularidade, não se encaixam em linhas específicas de ação, as chamadas propostas culturais de demanda espontânea.

O Ministério da Cultura, por meio da Representação Regional em MG, Fundação Nacional de Artes e em parceria com a Prefeitura Municipal de Sete Lagoas, realizará no mesmo dia, um encontro com artistas, produtores e jovens realizadores.

Na ocasião, será apresentado o Edital Micro Projetos da Bacia do São Francisco e realizada a oficina de elaboração de projetos com vista ao edital. O treinamento, já aconteceu em cidades como Belo Horizonte, Santa Catarina e Rio de Janeiro. A edição Sete Lagoas contará com a presença de representantes de cidades vizinhas como Paraopeba, Caetanópolis, Ar açaí, Cordisburgo, Prudente de Morais e Jequitibá, além de gestores de todas as regiões brasileiras.

A Programação terá as seguintes atividades:

Manhã

Público: Gestores e assessores municipais de cultura

Horário: de 09h30min às 12H

Atividade: Apresentação e debate sobre o Acordo de Cooperação Federativa do Sistema Nacional de Cultura.


Tarde

Público: Gestores, artistas e produtores culturais

Horário: de 14 às 17H

Atividade: Apresentação do Edital “Micro Projetos Francisco” e oficina para elaboração dos projetos.

Os interessados em participar deverão confirmar presença pelos telefones: 31- 3773 5687/3772 7631.

Da redação, com informações da SECOM/Prefeitura de Sete Lagoas 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Pra Dizer Que Não Falei de Flores


Quem não se lembra daquela Sete Lagoas, que a gente ao sair às ruas, cumprimentava, um a um, oi fulano, oi sicrano, tudo bem?
Hoje, sabemos que não é mais assim. A cidade cresceu, o comércio cresceu, vieram novas indústrias, novos moradores. Agora somos 213 mil habitantes. Com tudo isso, também os problemas aumentaram, no trânsito, na saúde, na falta de infra-estrutura, etc...
A verdade, é que não podemos mais, tratar Sete Lagoas como aquela “aquela menina romântica”.
Ela amadureceu e agora se agiganta neste mapa das gerais, e como tal, deve ser tratada. Com os olhos para o futuro, e é lógico, sem esquecer o presente. Talvez os governos ou até nos mesmos tenhamos nos esquecido de mostrar às nossas crianças, nas escolas, em casa, de um simples “dever”: Viver coletivamente e amar o lugar em que se vive. 
A baixa “alta estima” ronda por todos os lados feito um mal que impede as pessoas de valorizar a si próprias e o lugar em que vivem.
E o que vemos no dia a dia são “cidadãos” infelizes, agressivos, verdadeiras “bombas humanas” prestes a explodirem a qualquer momento. O “olhar para o umbigo” nos impede em ver um horizonte promissor e de nos mobilizarmos para propostas positivas na construção de uma grande e cidade, onde a participação de cada cidadão que irá dizer que cidade desejamos.
E com toda certeza não será aquela cidade apenas da “maquiagem” em detrimento de avanços na saúde, na educação, na moradia, no abastecimento, na iluminação, na mobilidade urbana, na infra-estrutura, e principalmente que não será aquela cidade do cabresto e do apadrinhamento político e sim uma cidade onde quem diz os rumos é sua gente, através dos conselhos e entidades representativas eleitas democraticamente.

Quim Drummond


Quim Drummond é fotografo profissional e trabalha na Secretária de Comunicação Social de Sete Lagoas.